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f 29, 2009

Filme sobre Lula apresenta só um lado do personagem

Arquivado em: Política — Altair Almir Alves @ 3:05 pm

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/2009/11/29/filme+sobre+lula+nao+e+horroroso+mas+apresenta+so+um+lado+do+personagem+9185963.html Acesso em 29/11/2009 as 12:55

Por Mauricio Stycer, iG São Paulo

 

 É uma cena breve, mas fundamental para refletir sobre o abismo entre o potencial da história de vida de Luiz Inácio Lula da Silva e o filme que Fabio Barreto foi capaz de realizar.


“Lula, o Filho do Brasil” está longe de ser um filme horroroso, como alguém, exaltado, escreveu. Mas é, claramente, um filme limitado, incapaz de dar conta da complexidade da trajetória de Lula. Generoso ao sublinhar as qualidades do protagonista, tem dificuldade em enxergar os desvios de rota, as derrapadas e escorregadas que Lula, como qualquer ser humano, deu ao longo de sua trajetória.
Não bastasse abrir o flanco para ser classificado como uma hagiografia (a biografia de um santo), “Lula, o Filho do Brasil” também hesita naquele que parece ser o instante decisivo na trajetória do personagem principal, a saber: como o sindicalista sem grande envolvimento com a causa operária virou Lula, o líder que iria parar o ABC e abalar as estruturas da ditadura militar?
Foi por causa da morte da primeira mulher, Maria de Lourdes, durante o parto do filho, que também faleceu? Ou foi uma reação à prisão e tortura que seu irmão mais velho, Frei Chico (ou Ziza, como a família o chamava), sofreu ao ser preso pelo regime militar?


Para quem conhece bem a trajetória de Lula, o segundo fator teve um peso muito mais decisivo que o primeiro, mas “Lula, o Filho do Brasil” sugere, em sua hesitação, que o mergulho na atividade sindical é uma espécie de terapia de superação do luto.
Um personagem fundamental neste processo é o sindicalista Paulo Vidal, tratado no filme como Feitosa. É Vidal que, num esforço de renovação do sindicato, atrai Lula, e não seu irmão, para a direção do sindicato. Vidal rejeita Frei Chico por conta de sua militância política e vê com bons olhos a disposição do “alienado” Lula.
No filme, Feitosa é retratado como um sindicalista com um pé na renovação, mas outro na velha guarda, quase um pelego, arrivista, desinteressado das bases e embasbacado com a proximidade que alcança com o poder. Naturalmente, Vidal rejeitou a forma como é retratado nas telas.
É preciso dar um desconto à cobrança obsessiva daqueles que reclamam que Barreto “não conta a história como de fato aconteceu”. Não se deve esperar de um filme de caráter biográfico o respeito reverencial, tintim por tintim, à história. Liberdades são necessárias para dar sentido dramático a uma narrativa com restrições de orçamento e uma duração que não pode ultrapassar certos limites.
“Lula, o Filho do Brasil” reescreve vários episódios da vida do protagonista, altera, simplifica, enxuga e funde diferentes histórias, mas aparentemente não altera o sentido fundamental de boa parte dos episódios que pretende narrar.
A presença exagerada de dona Lindu no filme reforça o tom melodramático da história, o que explica a irritação de políticos da oposição e de parte da mídia, que enxergam no longa-metragem uma peça de propaganda destinada a ajudar o governo na campanha eleitoral de 2010.
Dona Lindu é o esteio que assegura alguma estrutura à família Silva. Uma verdadeira mãe coragem, como a personagem da peça de Bertolt Brecht. À frente dos seus oito filhos, Dona Lindu é, de fato, uma personagem maravilhosa, mas o filme equivoca-se ao tentar sugerir que foi ela que, com seus conselhos, transformou Lula.
A mãe diz a Lula num momento de dificuldade do filho: “Levanta a cabeça e teima. É só teimar”. E dá outras dicas deste tipo, meio óbvias, que toda mãe dá a um filho. Certamente, é uma figura central na formação do caráter do presidente, mas Fabio Barreto pesa a mão ao sugerir que Lula agiu movido pelas recomendações de dona Lindu.
Mão pesada, aliás, é uma marca do cinema do filho caçula de Luiz Carlos Barreto (vide “Luzia Homem”, “O Quatrilho”, “Bela Donna” etc). Mas, é preciso dizer que, em “Lula, o Filho do Brasil”, o cineasta foi muito bem sucedido na direção de elenco. Tanto os veteranos, como Gloria Pires (dona Lindu) e Milhem Cortaz (Aristides), quanto os mais novos, como Rui Ricardo Dias (Lula) dão show no filme.
Por fim, cabe uma discussão sobre a propriedade de realizar uma superprodução sobre a história de um político no auge de sua carreira, no cargo de presidente da República. É impossível receber um filme desses com isenção. O clã Barreto sabe disso e não pode reclamar das reações extremadas que “Lula, o Filho do Brasil” está provocando, muito antes, mesmo, de sua estreia comercial. Talvez, daqui a dez anos, sejamos capazes de enxergar o filme como um filme, como “Ghandi” foi visto. Hoje não é possível.

Para países amazônicos, responsabilidades climáticas são diferenciadas

Arquivado em: Diversas — Altair Almir Alves @ 2:35 pm

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1394152-6174,00-PARA+PAISES+AMAZONICOS+RESPONSABILIDADES+CLIMATICAS+SAO+DIFERENCIADAS.html acessado em 29/11/2009 as 12:57

Da EFE

Manaus, 26 nov (EFE).- Os países que compartilham a Amazônia advertiram hoje em Manaus que o combate ao aquecimento global é uma obrigação de todos, mas que os esforços dependem das responsabilidades e das possibilidades de cada um.

“A mudança climática só pode ser enfrentada de modo efetivo mediante um esforço global para que cada país contribua segundo suas plenas capacidades e em cumprimento do princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas”, diz a Declaração de Manaus, aprovada pelos participantes da reunião.

“Enfatizamos a responsabilidade histórica dos países desenvolvidos nas mudanças climáticas. Nossos países já estão sofrendo seus impactos e sua superação exige apoio internacional suficiente e previsível, por razões de equidade”, prossegue o texto.

Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, organizador e anfitrião da reunião, os países desenvolvidos destruíram todas as suas florestas há muito tempo e, por isso, têm mais responsabilidades na redução das emissões e na ajuda aos países em desenvolvimento a combater o aquecimento global.

Além de Lula, participaram da reunião desta quinta-feira seu colega da Guiana, Bharrat Jagdeo, e representantes dos Governos da Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Suriname e Venezuela.

Também esteve presente o presidente da França, Nicolas Sarkozy, como representante do único país europeu que conta com um território ultramarino na Amazônia, a Guiana Francesa.

“Já que a mudança climática afeta a todos, todos devem participar dos processos nos quais se decide sobre como tratá-la”, diz o documento, ao defender uma maior participação dos países amazônicos nas discussões sobre o problema.

Segundo esse grupo de nações, os novos esforços que vierem a ser definidos na Conferência da ONU sobre a Mudança Climática, no mês que vem, em Copenhague, devem seguir os princípios do Protocolo de Kioto segundo os quais os países têm direitos e deveres diferenciados.

“Exortamos todos os países desenvolvidos a apresentar números claros, detalhados e não condicionados para seus compromissos (de redução de emissões) já que são um elemento-chave para que se possa chegar a um resultado estipulado”, acrescenta o texto.

Os países amazônicos pedem apoio financeiro e tecnológico dos desenvolvidos para que os mais pobres possam financiar suas ações de controle e adaptação ao aquecimento global.

Nesse sentido, reafirmaram a proposta feita pelo Grupo dos 77 e pela China para que a ajuda dos ricos aos pobres para ações de combate ao aquecimento seja equivalente a entre 0,5% e 1,0% do Produto Interno Bruto (PIB) dos países em desenvolvimento.

Como compensação à ajuda financeira e tecnológica para seus projetos para controlar o efeito estufa, os países amazônicos se comprometem a se esforçar para “garantir que o crescimento econômico sustentável, inclusão social e sustentabilidade climática avancem de maneira convergente e harmoniosa”.

O grupo adverte, além disso, que as medidas definidas não podem gerar restrições comerciais unilaterais ou fortalecer o protecionismo comercial. EFE

f 18, 2009

Lula rejeita adiar acordo climático e critica os EUA

Arquivado em: Diversas — Daiane Sabrina Del Bianco @ 4:48 pm

Fonte:Assessoria de Imprensa da Ocepar/Sescoop-PR;http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=34039, acesso em 18/11/2009 as 14:42.

O Brasil rejeita o adiamento de um acordo internacional sobre combate às mudanças climáticas na cúpula de Copenhague, no mês que vem, como decidiram os EUA, a China e alguns países asiático

EUA e China querem acordo com ‘efeito imediato’ em Copenhague, diz Obama
Roma: Cassel co-preside debate sobre reforma global de segurança alimentar
Transferência de Tecnologia da Embrapa discute participação em programas do Governo Federal
Sindirações garante inclusão de nutrição animal em disciplinas de curso técnico em alimentos
Agropecuária precisaria de R$ 10 bilhões

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou nesta segunda-feira (16/11) que vai manter a pressão sobre aos EUA. O presidente passou a concentrar as cobranças sobre os EUA, “o maior poluidor do planeta”, e confirmou que definitivamente irá à cúpula na capital dinamarquesa. Acredita que “somente com a presença de dirigentes políticos é que se pode mudar alguma coisa em Copenhague e o que parecia impossível pode se concretizar”. “Não temos como aceitar a ideia dos EUA e da China de não participarem desse processo”, acrescentou. “É preciso que eles se sentem na mesa conosco para discutirmos e encontrarmos os números [de redução das emissões para reduzir o aquecimento do planeta].”

Telefonemas – Para combater a “relutância” dos que não querem descarbonizar suas economias, Lula pretende pegar o telefone desde esta terça-feira (17/11) para falar com os presidentes americano, Barack Obama, chinês, Hu Jintao, e o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, políticos pelos quais passam necessariamente decisões que envolvam o modelo de desenvolvimento dos países. A União Europeia (UE), que recebeu como um choque a posição americana e de países da Ásia, está “mais ou menos” de acordo com o Brasil para apresentar um documento com “consistência política” para cortar emissões, segundo Lula.

Entrevista  – Numa entrevista na área interna do Palazzo Chigi, sede do governo italiano, o presidente brasileiro ficou avermelhado e elevou o tom quando indagado se fora pego de surpresa com o fato consumado de os EUA, a China e outros países terem anunciado em Cingapura que não daria para fechar o acordo em Copenhague e que deveriam empurrar um pacote final para o ano que vem no México. “Todos terão que apresentar números, o presidente Obama, o presidente Hu Jintao e todos os outros”, respondeu. “Por que você pensa que o Brasil tomou a iniciativa de apresentar números [de corte de emissões]? É para a gente poder cobrar daqueles que passam o tempo inteiro querendo dar lições ao Brasil. O Brasil fez a sua parte e eles têm de fazer a deles.”

Compromisso – Insistiu que o Brasil assumiu “compromissos excepcionais”, que passam pela mudança da matriz do carvão para a siderurgia brasileira, mudanças na área agrícola, combate ao desmatamento e manutenção da matriz energética limpa, esperando “demover” os que relutam. Mas ele baixou o tom sobre a China. “Obama tem que assumir mais responsabilidades, a China tem responsabilidades, mas menos que os EUA”, disse. A questão, para Lula, é que a China em todo caso já assumiu compromissos com países emergentes, com os Bric (Brasil, Rússia e Índia) para a negociação climática. E falar com o presidente Hu Jintao é mais fácil porque “ele estará muito mais de acordo conosco”.

Responsabilidade – “Restam os EUA, a maior economia do mundo, maior emissor de gases de efeito estufa no mundo, portanto têm maior responsabilidade”, acrescentou. “Os números que o presidente Obama apresentou são pequenos diante da quantidade de emissões que os EUA têm emitido nos últimos 200 anos. Apesar de todas as dificuldades que Obama tem, os números (de corte de emissões) que enviou ao Congresso representam apenas a metade do que o Brasil assumiu para cortar o desmatamento da Amazônia. Se o Brasil pode, os EUA podem fazer muito mais.”

Inaceitável – O que não dá para aceitar, conforme advertiu o presidente brasileiro, é que os EUA e a China tentem se entender numa espécie de G-2 e um jogar a culpa no outro para não fazer nada na área climática, ou seja, para evitar o custo do reaparelhamento do parque industrial e mudança na matriz energética para descarbonizar suas economias.  Apesar de todo o discurso, Lula acaba por admitir o cenário mais realista, na opinião de boa parte dos analistas, diante do fosso entre países ricos e emergentes. Ou seja, se os dirigentes não conseguirem estabelecer metas de redução das emissões em Copenhague para assumir um acordo, “poderão ao menos assinar um documento político que os comprometa com um calendário que vai resolver as metas depois”.

f 10, 2009

A GESTÃO DE QUALIDADE

Arquivado em: Artigos — Daiane Sabrina Del Bianco @ 10:40 am

INTRODUÇÃO

 

Podemos definir qualidade como todo o processo onde o produto vai ser produzido, se este for bem realizado ele satisfará as necessidades do mercado e consequentemente de seus clientes, para isso todos os processos de construção do produto são importantes que sejam realizados com qualidade. A qualidade deve ser inserida no contexto empresarial, onde cada integrante tem um papel a realizar, buscando a excelência nos processos e na vida organizacional.

Segundo Antonio Cortado “em um sentido mais amplo, a qualidade é associada não apenas aos produtos e serviços, mas também à maneira como as pessoas trabalham como as máquinas são operadas e como os sistemas e procedimentos são abordados”.

Pode se dizer que hoje a gestão de qualidade é uma estrategia de competitiviade entre as organizações e seus diversos setores, onde se bem implantada pode ajudar a reduzir custos, aumentar os lucros, reduzir perdas e desperdícios ainda promover a satisfação entre os funcionários.Os clientes não estão se importando mais em comprar um produto mais caro desde que tenha qualidade e confiabilidade nele, desde que seja para satisfazer suas necessidades ou desejos.

 

GESTÃO DA QUALIDADE

 

Cada vez que a empresa implanta sistemas de gestão e certificados como a ISO é necessário fazer planejamentos para racionalizar esforços, custos, e principalmente recursos.

Sistemas de gestão da qualidade são conjuntos de ações dirigidas a fim de se obter características do produto ou serviço com capacidade de satisfazer plenamente as necessidades e expectativas do cliente/consumido gatingindo o que se conhece como qualidade (Robles Jr, Bonelli, 2006, p. 1).

Normalmente imaginamos que qualidade é um produto acabado e pronto para uso, mas muitos especialistas dizem que a real qualidade está no processo que se transforma matéria prima em produto e se o processo for realizado com sucesso consequentemente o produto terá qualidade. Mas afinal o que significa qualidade? Ao longo do tempo formaram varias definições de qualidade, mas podemos dizer que a que se enquadra melhor é aquela que cumpre todos os requisitos, tanto os processos fabris e industriais como os administrativos que são conhecidos como “Total Quality Control – TQC” (Robles Jr; Bonelli. 2006, p.2).

Segundo (Marshall, p.30 e 31) “… a qualidade de hoje esta associada a percepção de excelência nos serviços, e quando se fala em serviços esta se falando basicamente em pessoas”

Existem vários conceitos de qualidade, cada uma para determinada área, mas para definir a que se assemelha com a empresa é preciso seguir algumas políticas de qualidade que pode compreender mais de uma abordagem para melhor assegurar os resultados da empresa.

Gestão da Qualidade

O controle de qualidade também conhecido como TQC foi introduzido no Japão logo após a segunda guerra mundial, este princípio foi baseado na participação de todos os departamentos da empresa e também de todos os empregados.

Podemos dizer que o TQC é regido por alguns princípios:

  • Produzir somente para satisfazer as necessidades humanas; (Robles; Bonelli, 2006, p.22 e 23)
  • Garantir a sobrevivência da empresa pelo domínio da qualidade; (Robles; Bonelli, 2006, p.22 e 23)
  • Resolver possíveis problemas logo, quanto mais rápido identificá-lo, podemos resolvê-lo com maior eficiência; .(Robles; Bonelli, 2006, p.22 e 23) 
  • Tomar decisões com base em fatos concretos; .(Robles; Bonelli, 2006, p.22 e 23) 
  • Não permitir que o problema se repita; (Robles; Bonelli, 2006, p.22 e 23) 
  • Respeitar os empregados; .(Robles; Bonelli, 2006, p.22 e 23) 
  • Procurar garantir a execução da visão e as estratégias da empresa.(Robles; Bonelli, 2006, p.22 e 23) 

O TQC é um sistema gerencial que parte principalmente das necessidades de seus clientes e por isso estabelece padrões de atendimento a essas necessidades, onde a melhoria continua se torna cruscial para o andamento da empresa.

 A principal importância da gestão de qualidade é a satisfação dos clientes que estão cada vez mais exigentes e perfeccionistas, a empresa necessita estar sempre se qualificando para continuar desenvolvendo produtos com qualidade e desempenho é assim que ela vai gradualmente abranger seu publico alvo, fazendo assim que a satisfação dos clientes seja o principal diferencial entre a empresa e seus concorrentes. Uma empresa que constrói a satisfação de seus clientes tanto na venda quanto no pós-venda  gera uma imagem positiva da organização, fazendo assim que os clientes sejam propagadores das benfeitorias que obtiveram na compra dos produtos da empresa, repassando assim a boa experiência aos seus grupos de relacionamento.

Para se aprofundar mais é possível encontrar esse assunto em livros especializados em gestão da qualidade, sites destinados a administradores, revistas especializadas, etc.

 

REFERÊNCIAS

Marshall, Junior Inard et al. Gestão da Qualidade. 8. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 196 p.

Robles, Antonio Jr; Bonelli, Valério Vitor. Gestão da Qualidade e do Meio Ambiente: enfoque econômico, financeiro e patrimonial. São Paulo: Atlas, 2006.112 p.

 

AHC Consultorias. O que é Qualidade?. Disponível em: <http://www.ahcconsult.com/melhoria-continua/o-que-e-qualidade> acesso em: 10/11/2009 as 8:33 hr

f 6, 2009

Iêmen está se tornando a primeira nação a ficar sem água

Arquivado em: Comportamento — Altair Almir Alves @ 1:24 am

Fonte: http://eco4u.blogspot.com/2009/11/aquecimento-global-iemen-esta-se.html 

Por Eco4

O Iêmen parece ser o primeiro país no mundo a sofrer total excassez de água por culpa do aquecimento global e extrativismo, gerando possibilidades de conflitos e movimento de massa de populações que podem se espalhar por todo o mundo, se o crescimento da população ultrapassar os recursos naturais.

Governo e especialistas concordam que a capital, Sanaa, tem cerca de dez anos no ritmo atual, antes que seus poços sequem. A cidade de dois milhões de habitantes continua a crescer e as pessoas são forçadas a procurar outras áreas para habitar por causa da escassez de água.

No Iêmen, que está lutando contra três insurreições, as linhas de batalha das guerras tribais, tradicionalmente, seguem as linhas dos barrancos e vales do deserto em que os rios tornam-se caudalosos quando as raras chuvas caem. Em meio a uma das maiores taxas mundiais de crescimento da população – 3,46 por cento no ano passado – a escassez de água tornou-se crítica e está originando distúrbios civis. Água disponível por pessoa no Iêmen é de 100 a 200 metros cúbicos por pessoa por ano, muito abaixo da linha internacional de pobreza de água de 1.000 metros cúbicos.

Reservas de água subterrâneas estão sendo usadas mais rapidamente do que elas podem se reconstituir, especialmente na bacia de Sanaa, onde a água era encontrada a 20 metros abaixo da superfície e agora passou para 200 metros de profundidade, apesar dos reservatórios de água da chuva construídos sobre os telhados da maioria das casas.

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No desespero, algumas pessoas têm escavado poços sem licença, agravando o problema. No distrito montanhoso Malhan, no norte, mulheres e crianças escalam uma montanha de 1.500 m para coletar a água de uma nascente, muitas vezes de madrugada para evitar longas filas.

O Governo está considerando a construção de uma planta de dessalinização da água do mar, mas esta é uma solução cara e pode vir tarde demais. A única outra opção seria reduzir a indústria agrícola, o que acarretaria em uma maior importação de alimentos… desastroso de toda a forma.

Muitas reuniões sobre o clima, muitos acordos feitos e desfeitos, mas é frente à um problema desses em que vemos a ineficiência de tudo isso. De que adianta conferências intermináveis sobre o tema se nenhum órgão se mobiliza numa ação eficaz, verdadeira, para combater uma catástrofe desse tipo que bate à nossa porta? Muito dinheiro gasto em demagogia que se redirecionado poderia salvar vidas.

f 23, 2009

Projeto transforma gases suínos em eletricidade

Arquivado em: Comportamento — Daiane Sabrina Del Bianco @ 5:15 pm

Fonte:http://agronegocio.terra.com.br/materia/ecocampo/1/projeto-transforma-gases-sua-nos-em-eletricidade acesso em 23/10/2009 as 14:33.
Por: Site Ecocampo

Os dejetos suínos sempre foram considerados grandes fontes de poluição, mas agora podem se transformar em riqueza. Um projeto tocado em parceria entre a Associação Paranaense de Suinocultores (APS), Itaipu Binacional, Universidade Federal do Paraná e a Copel – Companhia Paranaense de Energia – desenvolve tecnologia para transformar o gás metano proveniente dos dejetos dos animais em energia elétrica. Além de diminuir a emissão de poluentes na atmosfera, a iniciativa pode gerar renda extra ao produtor, já que o excedente de energia não utilizada diretamente poderá ser vendido no mercado.

A captação e transformação do metano em gás carbônico – cerca de 20 vezes menos poluente – através de sua queima não é novidade na suinocultura. Cerca de dois mil  produtores brasileiros já contam com biodigestores nas suas propriedades. A relevância do projeto está no desenvolvimento de uma tecnologia economicamente viável para, a partir da queima do gás, gerar eletricidade e distribuí-la na rede elétrica.

A iniciativa é encarada de maneira estratégica para Itaipu Binacional, uma vez que a usina é vizinha próxima da região de maior produção suína do país. “Além de limpar os afluentes, cuja poluição poderia comprometer a geração da usina, a auto-sustentabilidade elétrica da região libera a geradora para destinar sua produção para regiões mais distantes”, diz João Manfio, vice-presidente administrativo da APS.

Aos ganhos que os agricultores terão com a venda de eletricidade, será somada a receita com o comércio de créditos de carbono, pelo chamado Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), previsto no Protocolo de Kyoto. De modo paralelo, o efluente do processo resulta em um biofertilizante rico em nitrogênio, fósforo e potássio, que melhora a produtividade do solo ao mesmo tempo em que diminui a dependência de fertilizantes importados.
“Este projeto é o embrião de uma legítima política pública de desenvolvimento sustentável para o Estado e para o País”, afirma Luiz Antonio Rossafa, diretor de engenharia da Copel. “Ele não apenas melhora a produtividade do solo mas, também, incentiva o cooperativismo entre os produtores, abrindo uma rede de possibilidades de negócios a partir da geração distribuída”.

O aproveitamento dos dejetos de suínos para a geração de energia, em todo o Brasil, poderia alcançar 1 milhão de MWh, o suficiente para atender ao consumo de 4,7 milhões de pessoas. O cálculo é dos pesquisadores José Carlos Libânio, Mauro Márcio Oliveira, Maurício Galinkin e Cícero Bley, autores do livro Agroenergia da Biomassa Residual: perspectivas energéticas, socioeconômicas e ambientais.

A Paisagem Urbana

Arquivado em: Diversas — Elizabete Ponciano da Silva @ 12:59 pm

A vegetação, como um todo, tem sido de grande importância na melhoria das condições de vida nos centros urbanos. Com o crescimento populacional das cidades, depara-se com a falta de um planejamento urbano.

O clima urbano difere consideravelmente do ambiente natural. A amplitude térmica, o regime pluviométrico, o balanço hídrico, a umidade do ar, a ocorrência de geadas, granizos e vendavais precisam ser considerados.

Os solos, por sua vez, responsáveis pelo suporte físico das árvores e pelo substrato nutritivo do qual depende seu desenvolvimento, apresentam-se compactados nas cidades devido ao grande número de pavimentações que não permitem o escoamento das águas. Resíduos sólidos, despejos residenciais e industriais poluem e comprometem o solo urbano.

Quanto à qualidade do ar, esta fica comprometida pela combustão de veículos automotores e pela emissão de poluentes advindos de atividades industriais.

Além da função paisagística, a arborização urbana proporciona benefícios à população como:

A) Proteção contra ventos

B) Diminuição da poluição sonora

C) Absorção de parte dos raios solares

D) Sombreamento

E) Ambientação a pássaros

F) Absorção da poluição atmosférica, neutralizando os seus efeitos na população

Site: http://www.ibflorestas.org.br/a-paisagem-urbana.html acesso em 23/10/2009 as 10:45

f 3, 2009

Rio transforma o sonho olímpico em realidade e conquista os Jogos de 2016

Arquivado em: Esportes — Maicol Francisco Ribeiro @ 1:32 am

Em uma sexta-feira histórica para o esporte brasileiro, candidatura carioca supera as rivais Madri, Tóquio e Chicago na disputa em Copenhague

Fonte: Rafael Maranhão, http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Olimpiadas/0,,MUL1327272-17698,00-RIO+TRANSFORMA+O+SONHO+OLIMPICO+EM+REALIDADE+E+CONQUISTA+OS+JOGOS+DE.html , acesso em 02/10/2009 as 22:29

É impossível prever quais serão os maiores atletas do planeta daqui a sete anos. Possível, sim, é saber em que palco eles vão brilhar: o Rio de Janeiro. Em uma sexta-feira histórica para o esporte brasileiro, os cariocas conquistaram em Copenhague o direito de sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Até a cerimônia de abertura no Maracanã, serão mais de 2.400 dias. Tempo de sobra para viver intensamente cada modalidade, moldar novos ídolos e, acima de tudo, deixar a cidade ainda mais maravilhosa. Superadas as rivais Madri, Tóquio e Chicago, finalmente dá para dizer com todas as letras: a bola está com o Rio.

Quando o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, abriu o envelope com os cinco anéis olímpicos e anunciou a vitória do Rio, foram duas explosões simultâneas de alegria. Na Praia de Copacabana, a multidão que aguardava o resultado soltou o grito e começou a comemorar sob uma chuva de papel picado.

Dentro do Bella Center, os integrantes da delegação brasileira repetiram a festa de forma efusiva. Sem conter as lágrimas, Pelé comandava a celebração, abraçando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador Sérgio Cabral, o prefeito Eduardo Paes e os esportistas. Entre gritos e abraços, difícil era encontrar um brasileiro que não estivesse chorando.

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A comitiva brasileira vibra na hora do anúncio: festa verde-amarela no auditório em Copenhague

Enquanto isso, no Air Force One, Barack Obama já voltava para casa, com as mãos vazias e uma decepcionante eliminação na primeira rodada. A população japonesa, em sua maioria contra a candidatura, pôde festejar a saída na segunda fase. Madri avançou à final, mas não conseguiu emplacar duas Olimpíadas seguidas na Europa. E a vitória brasileira sobre os espanhóis na última rodada veio com sobras: 66 votos contra 32.

Na primeira fase, Chicago foi eliminada com apenas 18 votos. Madri liderou a primeira parcial, com 28, seguida por Rio (26) e Tóquio (22). A segunda etapa já teve o Rio bem na frente, com 46, contra 29 dos espanhóis e 20 dos japoneses, que saíram da briga.

O Brasil, que lutava há mais de uma década pelo direito de sediar os Jogos, ganhou a disputa na lágrima, da mesma forma como costuma festejar suas conquistas em cima do pódio em competições mundo afora. Com uma apresentação marcada pelo tom emotivo nesta sexta-feira, o Rio deu a cartada final para convencer os integrantes do Comitê Olímpico Internacional a plantar o movimento olímpico na América do Sul pela primeira vez. A estratégia funcionou bem.

f 1, 2009

Venezuela deve adotar TV digital nipobrasileira

Arquivado em: Diversas — Daiane Sabrina Del Bianco @ 4:48 pm

Governo venezuelano deve oficializar a adesão ao padrão japonês com as inovações tecnológicas brasileiras

Por:Agência Estado
Fonte: http://www.opovo.com.br/tecnologia/914387.html, acesso 01/10/2009 as 13:35.

A Venezuela também deverá adotar o sistema nipobrasileiro de TV digital, disse nesta terça-feira, 29, o ministro das Comunicações, Hélio Costa. O governo venezuelano deverá oficializar daqui a duas semanas a adesão ao padrão japonês de TV digital com as inovações tecnológicas desenvolvidas no Brasil. A Venezuela será o quarto país sulamericano a seguir o Brasil na escolha do modelo de TV digital, depois do Peru, da Argentina e do Chile.

Costa disse acreditar que o sistema nipobrasileiro será adotado também pelo Equador, país com o qual as “tratativas técnicas” estariam bem avançadas. O ministro considerou ainda a possibilidade de reabrir negociações com a Colômbia, que já optou pelo padrão europeu. A intenção é a de convencer o governo colombiano a voltar atrás na sua escolha.

As negociações, que estavam concentradas na América do Sul, começam a se estender também à América Central, especialmente à Costa Rica. A ideia do governo brasileiro é a de montar um sistema regional de TV digital, ampliando em duas vezes o mercado de aparelhos de televisão. A demanda brasileira é de 10 milhões de televisores por ano.

“O Brasil será um polo distribuidor de equipamentos para a TV digital na América do Sul”, disse o ministro durante a cerimônia de distribuição de canais de TV digital para a cidade de Ribeirão Preto (SP). Receberam autorização para operar o sistema digital as emissoras EPTV (Globo), Sistema Clube de Comunicação (Bandeirantes) e TV Studios (SBT). Ao todo, já são 24 cidades em todo o País com transmissão digital.

f 21, 2009

Coach de Carreira

Arquivado em: Esportes — Eliane Ruiz @ 12:58 am

Matéria Original: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1157474-16022,00-COACH+DE+CARREIRA.html

Acessado em: 20/09/09

Todo atleta profissional precisa de um técnico que corrige, encoraja e ensina o esportista a valorizar suas habilidades além de ajudar na conquista do que foi planejado.

É isso que faz um coach, profissional que sempre foi mais conhecido no esporte, e que chega aos escritórios e as faculdades.

“Coach é um profissional que presta atendimento a uma pessoa que deseja trabalhar seus objetivos, sejam eles empresariais, pessoais ou relativos à carreira” explica a consultora de carreiras, Isabel Macarenco.

Os tipos mais conhecidos desse profissional são o coaching executivo, contratado por iniciativa própria ou pela empresa e o de transição de carreira, procurado por profissionais que estejam buscando novos desafios.

Esse é o caso do administrador de empresas Marcelo Barbieri, de Belo Horizonte. A exemplo de outros profissionais, ele enfrentou problemas na carreira, mas, conseguiu dar uma guinada na vida.

Marcelo ficou desempregado durante um ano e teve tanta dificuldade em conseguir um emprego que até sua auto-estima ficou prejudicada. Com a indicação de um amigo, procurou um coach e conseguiu se recolocar.

“O coach avalia os aspectos psicológicos e profissionais, tanto os positivos quanto os negativos. Ele orienta seu currículo para determinada área, faz dinâmica de grupo, simula uma entrevista, tudo para diminuir a ansiedade“ conta Marcelo. Em dois meses, ele conseguiu ofertas de emprego. “O coach também ensina a recusar uma proposta de emprego inadequada para você. É importante procurar uma ajuda especializada porque tem gente de má-fé nesse ramo de consultoria. É preciso acreditar e, mais do que nunca, se preparar” aconselha ele.

A presença desses profissionais nas universidades é novidade. Eduardo Paiva estuda contabilidade em São Paulo e conta que, mesmo depois de ter escolhido a profissão que vai seguir, sente-se mais seguro com a ajuda que recebe.

“O coach foi fundamental para mostrar o que eu preciso desenvolver, como absorver o máximo da faculdade e o que o mercado exige. Também me ajudou a ver quais são as minhas capacidades e como utilizá-las na empresa” diz Eduardo.

Para isso, preste atenção nessas dicas:
- procure saber se há um coach onde você estuda
- não se esqueça de aproveitar a graduação para procurar um estágio, emprego e todo tipo de apoio que vai ajudar na sua carreira
- se você quer se recolocar no mercado, um coach pode ser um bom investimento.

“A partir de um reconhecimento de talentos, de pontos fortes e até clareza do tipo de atividade que você gosta de realizar, é possível se dar muito melhor numa entrevista, numa dinâmica ou num reposicionamento” explica a consultora de carreiras Isabel Macarenco.

O preço de uma sessão com um coach varia de R$ 70 a R$ 300. Isso vai depender do tipo de trabalho e de quanto tempo isso vai durar. Mas outra dica importante é procurar esse profissional na própria universidade. Aí, é de graça.

Agora, se você não tem recursos para contratar um coach ou se não está na faculdade, lembre-se que a melhor opção continua sendo se informar e manter-se atualizado sobre a sua profissão.

Ter um plano de carreira, seja com a ajuda de um coach ou mesmo sozinho, é fundamental para que o estudante ou o executivo se aproxime mais rapidamente do objetivo final. É cumprir tarefas, vencer desafios, assim como fazem os grandes atletas e seus técnicos.

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